quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

1° Dia
Sinto falta de um
Rosto familiar,
1° dia é complicado,
Sinto-me como um
Estranho no
Ninho,
Olho para os
Lados procurando
Um rosto familiar,
Mas não encontro,
Mergulho no meu
Pensar, vou distante.
Tentando lembrar
Da épocas onde
Tudo era familiar,
Mas volto a realidade,
Escuto:
 - Corre o sinal vai bater!
Tenho que ir a aula vai
Começar.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

O Tempo

Afinal o que é o tempo?
Será que pode 
Ser marcado
De forma cronológica?
Cada um o 
Sente de uma forma.
Para um coração apaixonado
Um dia sem ouvir 
A voz do outro 
É uma eternidade,
Mas, para dois amantes,
As horas 
Viram segundos.
E ficam desesperados,
Quando eles percebem
Que a noite
De amor, já chegou ao fim.  
Escrito em pareceria Dani Campagnoli e Mylene Alves

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Silêncio


Afinal o que é o Silêncio?  
Um amor?
Um sentimento?
Uma sensação?
Uma paz interior?
É no silêncio que,
Que encontra-se as
Maiores verdades,  
Quando estou em silêncio,
Consigo pensar nas melhores
Palavras e nas piores
Ofensas.
Silêncio onde nada se fala
Mas tudo se diz!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Irmão


Deitada na cama
Olho para o lado,
Sinto um vazio,
Este quarto que era
Pequeno hoje
Está enorme,
Espalho minhas
Coisas pelo chão,
Tentando ocupar
O espaço que antes
Era seu,
Até a sua cama
Eu desmontei,
Coloquei o guarda roupa
No lugar,
Mas tudo aqui
Lembra-me você
Companheiro das
Noites de insônia.



Cicatrizes

Hoje dei-me
Conta de que o
Tempo passou,
Olhei aquela foto
Antiga e contraditória,
E dei-me conta
Que não sinto mais
A tristeza que sentia,
Aos poucos
Fui esquecendo os
Absurdos dito,
Com o passar
Do tempo foi
Sendo amenizado,
A ferida foi cicatrizado
Secando,
Hoje só resta uma
Cicatriz ,
Não tão pequena
Como gostaria
Que fosse,
Mas já parou
De sangrar. 

domingo, 17 de janeiro de 2016


Flor no deserto

Olhei ao longe e avistei um campo desértico, ressequido pelo sol castigante.  Este sol é capaz de evaporar toda e qualquer gota d'água que exista; porém não o faz com as gotas salgadas que insistem em escorrer por minha face.
Lágrimas que brotam de um coração que pode ser comparado tal qual a este deserto que enfrento.
Mais adiante avisto um campo minado,  no qual com apenas um toque pode levar uma parte ou toda sua vida. Pode devastar o que existe.
Neste campo existem traços de morte e destruição. Vejo neste lugar, trechos da minha vida e as feridas do meu coração.
Tenho medo de por ele caminhar.
Diante deste cenário tenebroso, que causa medo, vejo uma flor a brotar. Tal flor demonstra a esperança que existe mesmo em situações muito adversas.
A força com que rompe este solo arenoso, o brilho de um sol constante e por ventura as explosões que possam ocorrer, me mostra que enfrentar um deserto de sentimentos é tal qual a aventura do nascimento dessa flor: no início suas pétalas serão queimadas pelo sol, parecerá desfalecer, mas resistirá à todas as forças contrárias e resplandecerá para todos os viajantes que como eu, caminham solitários.
Myla Alves

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Som do Vento

Ouço ao longe
O som que o
Vento traz,
Será que é o
Meu amor que
Vem ao longe?
Fico em silêncio
Por uns instantes,
Para ouvir com mais
Clareza ,
Escuto o gorjear
Dos pássaros,
Em um canto
Lírico, fico
Encantada,
E não percebo,
Que som do vento
Não trazia o meu amor.
Sol do Amor
Sol lindo e deslumbrante
Mas perigoso, feito para se
Admirado, intocável,
Às vezes da uma vontade
De queimar - me no seu calor,
Cegar-me em sua luz
Ai lembro-me que você nasce todo
Os dias para iluminar e aquecer,
Mas é preciso manter uma
Distancia segura de você, para
Não entregar - me em seu amor
Sol estrela linda, brilhante
Que tanto admiro  
Pena não poder te tocar e
Queimar-me em seu calor.






Devaneios
Estou sentada te observando
Em meio uma multidão
Meu coração dispara minhas mãos
Soão frio,
Você esta com o semblante
Preocupado apreensivo,
Em um impulso levanto – me
Corro em sua direção,
Abraço-te e dou um beijo
E te pergunto:
- O que ouve amor?
Quando você ia me responder
Um estrondo!
De repente levo um susto e
Acordo do meu devaneio
Você passa por mim
Com um sorriso
Eu te digo:
- Oi louco!
Falei louco, pois não podia
Falar amor,
Quando dei por mim
Você já tinha ido embora
Mais uma vez estava sozinha
Em meio à multidão.



O Silencio das Estrelas
Eu procuro o silencio de um

 Céu estrelado, onde só se
Escuta o som noturno
Fos animais, e d’água que
Corre lentamente no riacho.
Deito – me ao chão e
Contemplo uma linda noite
Estrelada, estou maravilhada
Com o brilhar das estrelas,
Queria guiar minha vida
Pela luz da estrela Dalva
Ou caminhar na direção do
Cruzeiro do sul.
Aos poucos vou perdendo
Os sentidos e mergulhando
Em um sono profundo.
Sonho com as luzes do céu,
Que de uma forma silenciosa,
Brilha mais do que muitas “Sirenes” 





Amanhã
Sinta esse cheiro!
É o cheiro de recomeço,
O tempo passou,
As oportunidade
Foram vividas,
Agora só resta
Pensar e planejar
O amanhã, que vai
Surgir como um
Caderno em branco,
Pronto para ser
Escrito, amanhã
Recomeçar, viver
Novamente tudo
Que foi vivido,
Ou simplesmente
Criar algo novo,
Pense no amanhã
Como a oportunidade
De algo melhor,
Ou faça do seu
Amanhã mais um
Teste para o próximo
Amanhã, só tenha
Cautela, nem sempre
O amanhã vai estar  
Esperando você ficar
Pronto para apreciar
O presente do amanhã.
Borboleta
Você viu que linda?
É uma borboleta,
Ela vai sair do casulo,
Vai chegar ao fim
A sua metamorfose,
Ela tem que passar
Por esse momento sozinha,
Veja ela está voando!
Que sorte!
O dia está lindo,
O sol reflete no mesclado
De suas cores,
Reluzente,
Toda aquela dor
Deu lugar a
Mais linda das criaturas
Que voa
Livremente como
Sempre sonhou.
Tela em Branco
Penso na vida
Como uma tela em
Branco, nós
Colocamos as cores
Conforme precisamos,
Amarelo para
Mais dias de sol,
Vermelho para
Paixão,
Azul para
Tranquilidade,
E o tempo vai
Passando, e a gente
Percebe, que
Aquela tela branca,
Não tem a menor
Graça sem as cores
Para ilustrar,
O que está
Acontecendo,
Imagine se o
Mundo fosse
Preto e branco,
Não existiria
Um dia de sol,
Nem uma
Noite iluminada
Com o brilho da lua,
A vida não teria
Graça.